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 Dean Wadge

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AutorMensagem
Dean Wadge




MensagemAssunto: Dean Wadge   Sex 31 Dez 2010, 6:30 pm

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Dados do Jogador
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Nome: Marcelo Rodrigues
Contato: dirtydeathrashh@hotmail.com
Localização: Parati - Rj
Quanto tempo joga RPGs: 7 anos


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Dados do Personagem
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Nome Completo: Dean Puentes Wadge
Sangue: Mestiço
Data de Nascimento: [06/03/ 2012]
Onde Nasceu: México
Onde Mora Atualmente: Londres

Casa: Othila
Profissão: Estudante
Ano: Sexto

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Dados Familiares
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Nome dos Pais: Misty Corleone Wadge e Robert Wadge
Outros Parentes: Nenhum
Situação Finaceira: [Classe Alta]

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Dados Físicos
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Definição do Corpo: [6'1", 185cm, Curvas corporais, pintas]
Cabelo: [Marrom Claro, Liso, Mediano]
Olhos: [Azul/Verde]
Outras Características: [Duas tatoos]
Photoplayer: Robbie Wadge

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Dados Psicológicos
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Personalidade: Sou impaciente, me zango com facilidade. Entro em brigas e nem percebo como, como muito também. Arranjo amizade fácil, gosto de andar com vários amigos. Sou sensato e estudioso, além de ter boa memória e aprender as coisas rápido.
Qualidade: Estudioso, Auto-didata
Defeitos: Briguento e Preguiçoso
Habilidade: Animago Ilegal

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Inventário
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Varinha: Mogno, núcleo de sangue de unicórnio, 21cm, branca
Animal de Estimação: Gato
Objeto Mágico: -

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Atributos
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Todos os campos dos atributos devem ser preenchidos com valores de mínimo 1 e máximo 8. Sendo para distribuição 18 pontos para alunos e 20 para adultos. Avisando que personagem com habilidades vampirescas tem 25 pontos para distribuir.

Agilidade: 3
Destreza: 2
Força: 4
Inteligencia: 5
Mira: 3
Popularidade: 1

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Biografia
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Há muito, uma bruxa chamada Misty que freqüentava a escola de Hogwarts, na casa corvinal, que vinha de uma família rígida, havia se apaixonado por Robert, um trouxa atraente que sempre teve idéia de onde ele estava entrando. Casaram-se e se mudaram para Londres, formando uma família feliz, e quase sem brigas – nada que não fosse normal.
Dean Wadge nasceu após a união de sua mãe bruxa com seu pai trouxa. Dean é filho único, seus pais o criaram como trouxa, descobrindo que era bruxo apenas um mês antes de ir para Durmstrang, ou seja, não teve conhecimento algum sobre o mundo novo que estava adentrando. Apesar de sua curiosidade, aprendeu pouquíssimo com magia, dizia que sua mãe não conseguia ensiná-lo. Os feitiços, poucos, que sabe, foram aprendidos por meio de leitura, mesmo sua mãe possuindo muito mais livros de astronomia do que de feitiços.
Tinha vários Hobbies, como por exemplo desenhar, e fazia isto muito bem. Sua mãe havia presenteado ele com um gato, que carinhosamento nomeou de TORAK. A vida trouxa era muito mais pacífica do que a bruxa, e apesar de saber disso, não existia maneira alguma de Dean desistir de qualquer idéia que lhe colocassem na mente. Exatamente por ter vivido como trouxa, seus esportes favoritos são baseball e hockey – talvez pela falta de conhecimento, ele não fazia idéia do que era o quadribol ou xadrez de bruxo para se interessar.
Sempre se meteu em muitas brigas, tinha uma melhor amiga de infância desde sempre, e a mesma havia mudado sua vida drásticamente dias antes de embarcar para Durmstrang. Estavam os dois, tomando sorvete e correndo na frente de uma lanchonete, quando três sujeitos apareceram e abordaram os dois. Dean viu sua amiga ser estuprada e morta, o que o traumatizou e o fez jurar que iria aprender o que fosse necessário para achar e matar aqueles homens, ou mandá-los para a prisão mais cruel possível. Impulsionado pela vingança, o garoto agora só quer aprender e não gosta de se envolver com ninguém.
Contudo, é um garoto normal e pouco ambicioso. Sua mãe lhe ensinara bem os bons modos, e ele nunca foi muito exigente quando se fala sobre família, mas ele se cobrava constantemente. Gostava de visitar a casa dos avós às vezes e sua comida favorita é bolos de caldeirão. O único sonho que tem é de algum dia conseguir ser um grande inventor de feitiços, de ser útil para as pessoas, mesmo ainda não ter decidido se para o lado do bem ou do mal.


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Teste de Ação
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História Animago Ilegal.

“Primeiro quero que saibam que nunca escolhi ter este dom. Mas quando a necessidade apertou, a única maneira que meu corpo encontrou para responder foi esta.” – Dean Wadge.
Sou natural de México, filho de trouxa com bruxa, tenho um irmão mais novo que vive me dando trabalho. Quando menor, aos sete anos de idade, era escoteiro e tinha o sonho de ser bombeiro quando crescer. Um sonho trouxa, para quem não sabia sua verdadeira identidade e capacidade bruxa – Que até então não tinha sido contada para mim, sendo revelada apenas alguns anos mais tarde. Ainda nessa idade, fazer viagens escoteiras era muito comum, mas uma delas em especial marcou a minha vida, e além de fazer quase vinte anos que aconteceu, esta é a primeira vez que relato ela, com detalhes.
Em 2021, uma expedição para a floresta amazônica no Brasil foi realizada, aonde eu e mais nove membros (6 crianças e 3 líderes) poderíamos aprender novas regras de sobrevivência, cautela, companheirismo, enfim, toda essa balela que é dita o tempo todo repetidas vezes. Eu estava incrivelmente empolgado, assim como o resto de meus amigos, com exceção de uma menina bem tímida, que havia sido obrigada por seus pais a estar lá – este era um dos líderes. Era dez dias, até o quarto dia foi tudo normal. Este dia estava sendo o melhor, pois na noite passada havíamos matado uma raposa para comer e mais quatro peixes de ótima qualidade. Ainda lembro de um líder, Sr. Renn, falando sobre o peixe:
- Olhem crianças! Um badejo! E um dos grandes, deve ter pelo menos dois quilos! Viram como eu estava certo sobre amarrar o anzol daquela maneira? ...
E todos o admiravam, assim como admirávamos os outros dois líderes, cada um por sua especialidade em algo, visávamos ter todas as habilidades perfeitas como eles. Montar abrigos, ser bom com mapas e bússolas, ter habilidade para conseguir comida e disposição para liderar. A combinação desses quatro e eu poderia ser imortal, era o meu pensamento na época.
O cheiro agradável da comida já estava nos deixando de beiços molhados, ouvimos então um barulho no meio da floresta, perto do sul. Ignoramos, poderia ser qualquer coisa – mas não éramos os únicos a ter apreciado o cheiro da comida. Ainda estávamos comendo quando quatro tigres apareceram, cercando-nos. Nosso treinamento era ótimo contra ursos, contra animais rápidos, contra pequenos animais, e até mesmo contra tigres. Mas, na hora do desespero, ninguém deu ouvidos à uma palavra que o pescador Sr. Renn disse, inclusive eu. Fui correndo me esconder em uma das barracas, e cada um foi para um canto. Vi dois líderes sendo arrastados, e conseqüentemente mortos. Eu, com sete anos, vi as crianças saírem correndo desesperadas, no meio da selva. Quando percebi que iria ficar sozinho, corri atrás delas também, me perdendo, adentrando a fundo.
Finalmente iria testar meu treinamento, e não estava nem um pouco feliz com isso.
Vi que haviam vários barulhos na selva, barulhos que antes eu não tinha percebido. O pânico nos faz ouvir melhor, cheirar melhor, e até ver melhor. Ao ouvir alguns gritos à poucos metros de distância, corri ainda mais, até meus pés começarem a doer. Olhei atrás de mim, girando meu corpo pelo local – algo parecido com uma clareira, no meio da floresta.
Salgueiros. Pinheiro. Samambaias.
Nada de tigres, ou nenhum animal que pudesse me comer – mas eu continuava encrencado. Procurei qualquer coisa que pudesse me orientar em meus bolsos e uniforme, mas encontrei pouca coisa. Uma garrafa de água sempre ficava pendurada ao lado de minha calça, um canivete e poucas coisas restavam, eu precisava saber para onde ir primeiro de tudo. Decidi esperar a noite cair, sabia que seguindo a direção leste, em relação à constelação cruzeiro-do- sul iria conseguir chegar à beira de um rio e talvez achar uma árvore bem grande para passar a noite. Lembro-me de ter sentado e esperado a noite cair.
Por sorte a noite estava estrelada, então não tive problemas para seguir a direção. Quando levei mais de dez picadas de mosquito que me lembrei que o líquido de uma planta ali existente iria aliviar a coceira e as picadas. Se soubesse que era bruxo nessa época, essa minha “aventura” teria terminado muito mais cedo, e de maneira mais segura. Sete anos e na floresta, separado do conforto de minha casa não por um estado ou país, mas por um oceano inteiro. Meu relógio infantil preto a prova d’água me mostrou que eram dez da noite quando finalmente cheguei à beira do rio amazonas, isto provava que eu tinha conseguido, e também provava que eu levara três horas andando, estava cansado para fazer qualquer tipo de coisa e faminto. Muito faminto. Enquanto molhava meu rosto na água, minha barriga roncava assustadoramente.
Ouvi barulhos de passos silenciosos. Gelei. Minha última experiência ouvindo passos lentos de animais não fora a melhor possível. Virei o rosto junto com meu corpo, mas de olhos fechados, se fosse um animal violento eu iria morrer ali. Abri os olhos vagarosamente, e eles me mostraram um filhote de raposa se aproximando da água, e aparentemente com medo de mim. Relaxei meus músculos e me afastei um pouco, passando confiança para o animal e ele pareceu entender o sinal e saiu correndo para saciar a sede. Pelo visto ele estava tão sedento quanto eu estava faminto. Ele voltou correndo para detrás de um pau-brasil, e eu fiquei pensando em pescar algo, por sorte o anzol ficara preso em minha bota – a sorte só esqueceu-se de trazer o nylon junto. Mais barulhos, aquele era o dia mais aterrorizante da minha vida, até hoje. Olhei novamente, só que desta vez com mais coragem. Eram mais quatro filhotes de raposas ruivas, brincando e se jogando na água.
Enfarrusquei a testa quando me dei conta de saber duas coisas importantíssimas, a primeira era que aquele local era seguro o suficiente para que vários filhotes ficassem brincando a noite, e a segunda, era que eles tinham que ter mãe e pai e talvez até um bando inteiro, sem mencionar que eu poderia me tornar a refeição do dia seguinte. Fui andando, saindo de perto, mas o filhote ficava me seguindo, insistentemente e junto dele um bando de pelos fazendo barulhos específicos e pulando uns nos outros enquanto corriam para alcançar o irmão. Como criança, comecei a correr mais rápido, para despistá-los. Minha fome diminuiu pelo menos metade a minha velocidade. Os animais começaram a gemer e a morder a barra da minha calça para recuar, eu sem duvidas havia entrado em um local de perigo, mas era muito pequeno para perceber isso. Agachei, e olhei para eles.
-Ora, vocês tem que parar de me seguir bichinhos! Não vou voltar com vocês...
Um rugido de urso amedontrador ecoou pela floresta, e este rugido vinha de apenas cinco ou seis metros de distância de mim. As raposas correram, e eu fui atrás, acompanhando aquela que estava me seguindo minutos atrás – e eu correndo risco de vida novamente. Eles me levaram até um local cercado por raposas, que correram e entraram em algum tipo de toca, embaixo de umas pedras enormes. Que eu não conseguia entrar, pelo tamanho e espessura da fenda. Fiquei olhando para as raposas e o urso, desejando que algo acontecesse. O urso há dez metros de distância e vindo cada vez mais rápido. Eu dizia, quase chorando:
- Me leve com vocês...
A aproximação do urso e meus batimentos cardíacos iam aumentando, e eu tinha a impressão de que era na mesma velocidade.
- Por favor, deixem-me entrar! Façam um buraco maior pra mim!
O urso já tinha chegado perto o suficiente, e diminuído os passos, como se estivesse saboreando antecipadamente o gosto da vitória, e a refeição fácil na certa, quando gritei.
- Eu não quero morrer! Me transformem em um de vocês! Eu quero ser um de vocês! Quero me transformar numa raposa! – Pensei forte nisso, fechei meus olhos, parando de choramingar e abrindo-os em seguida, repetindo a frase anterior.
O meu foco era tão grande nisso, que em poucos minutos senti dor, e as coisas foram diminuindo, minha visão mudando de colorido para um cinza claro bem mais aguçado, minhas costas estavam doloridas mas pude ouvir claramente o ronronar de uma coruja nos galhos das árvores. Eu não sabia o que tinha acontecido, mas percebi com minha ingenuidade de apenas sete anos de idade, que alguém ou alguma coisa tinha ouvido meu pedido, e eu pude me esconder junto com as outras raposas, como um igual a elas. Uma tempestade começou algumas horas depois, afastando o urso do local. Uma raposa que parecia a líder do bando foi na frente para conferir após a chuva, e em seguida todas saíram da toca, inclusive eu.
Ainda raposa, comi junto com o bando e me alimentei também. O filhote que me seguia me ajudou muito, era como se me mostrasse o que eu precisava fazer para sobreviver enquanto raposa. Só algumas horas depois, me preocupei:
-Será que vou ser raposa para sempre? E meus pais?
Tentei me concentrar para voltar ao normal, mas foi em vão. Horas depois, quando minhas emoções voltaram ao normal, e pude pensar direito, tentei mais uma vez. Vi toda a perspectiva mudar novamente, e fiquei um pouco tonto, sem contar que tive que me escorar em uma árvore para voltar a me equilibrar em dois pés. Estava com as mesmas roupas de antes, e era mesmo garoto de novo. Pensei que poderia ser uma das histórias em quadrinhos de super heróis que eu lia. Uma influência ou uma verdade escondida. Sai correndo em direção ao rio, e me concentrei novamente me tornando uma raposa. Fiquei três dias nessa condição, me transformando e me destransformando em um animal com pêlos grossos e ruivos. Lembrei que tinha que voltar para a casa, minha mãe deveria estar preocupada. Me transformei em raposa e cheguei para o filhote companheiro, que eu tinha carinhosamente nomeado de Oslak, passando meu rosto no dele, como sinal de despedida. Sai correndo por dentro da selva, usando meu olfato para voltar de onde eu havia saído. Embora essa tarefa fosse árdua, devido à chuva de dias anteriores, nada me impediu de chegar ao acampamento. Transformei-me em menino de novo, procurei o rádio transmissor de um de meus líderes e consegui que viessem me buscar.
A volta para casa foi muito mais frustrante, devido à imensa briga interna que eu estava tendo. Se eu contasse para a minha família, iriam me achar louco, era o que eu pensava. Não era culpa minha se minha mãe não havia dito que era bruxa, e que eu era um também. Simplesmente preferi esconder, tentando assim esquecer tudo o que tinha acontecido. Dei um relato para todos de que havia sobrevivido apenas com as regras de sobrevivência que aprendi, o que além de mentira passou a ser um desgosto na minha vida, aquilo além de não me servir para nada, gastou meu tempo e me amaldiçoou com algo.
Tempos depois, já mais velho e com doze anos, eu usava a animagia apenas para fugir em situações inusitadas, como por exemplo quando eu quebrava a janela de vizinhos jogando baseball ou fugindo de trombadinhas que vinham tentar me bater. Nunca deixei ninguém me ver transformado, a não ser meu irmão Gary, que achava aquilo o máximo e dizia que era um segredo mais do que segredo que tínhamos – isso dava mais orgulho nele em ser meu irmão.
Após minha mãe decidir e me contar que eu era um bruxo, o que me deixou pasmo, afinal eu era muito mais diferente do que já achava que era, fui pesquisar sobre isso. Perguntei à minha mãe sobre coisas estranhas que bruxos podiam fazer, ela me ensinou alguns poucos feitiços e me deu alguns livros sobre todo o mundo mágico, que eu li quase nada. Entendi um pouco sobre a animagia, e agora sabia o que eu era e quem eu era novamente, e não querendo me expor e odiando leis, deixei como estava, sem me registrar no Ministério. Não fui à escola de magia logo de cara, estava inconformado, e além do mais eu tinha uma paixão, minha namorada Ayre que ficou comigo até o dia em que... Bom, até o ano passado, no dia em que fomos emboscados por cinco caras e eu tentei defendê-la em forma de raposa, mas pelo visto fui nocauteado, indo para a forma humana imediatamente, deixando-a lá, a mercê deles. Pude observar fogo, pareceu que a queimaram viva, e então dormi.
Fiquei um ano para superar o fato, contei à policia, denunciando os culpados. Ao perceber que não havia mais nenhuma razão aparente para continuar no mundo trouxa, e por outro lado, milhares de razões para ir para o mundo bruxo, foi assim que eu pedi para que minha mãe finalmente fizesse minha matrícula no Instituto. Meu irmão me apoiou. Fui aceito no ano seguinte, minha mãe era vista como boa aluna na época que estudava, sendo a melhor em astronomia e atingindo duas marcas extraordinárias em feitiços, isso ajudou no meu ingresso à escola de magia. Assim, me aceitaram no primeiro ano, por sorte parecia que a cota de repetição tinha sido alta, diminuindo bruscamente a diferença de idade entre eu e os demais estudantes.
Atualmente fui selecionado para a casa corvinal, dando orgulho à minha mãe, que havia cursado a mesma casa quando jovem. Tenho em mente ser Auror, e não tenho motivos para faltar aulas ou coisas do tipo, sou um aluno normal, com mais de uma história para contar.
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Illusionist




MensagemAssunto: Re: Dean Wadge   Qua 05 Jan 2011, 6:26 pm

Bem Vindo a Durmstrang senhor Wadge!!!
Olá eu sou Sloth e serei a sua selecionadora...

Bem, vamos a sua avaliação:

Dados do Jogador

- Ok

Dados Personagem

- Não são mais permitidos temporariamente personagens othilianos peço que:
- Ou coloque seu person na Mannaz
- Ou aguarde serem abertas vagas para Othila

Dados Familiares

- Diga nome de seus avós maternos e paternos, tios(as), primos(as), caso tiver, nem que sejam falecidos.

Dados Físicos

- Ok

Dados Psicológicos

- Personalidade um pouco vaga, a mesma deve conter no mínimo 5 linhas, incremente-a.

Inventário

- Ok, apenas descreva o nome de seu gato também no inventário.

Atributos

- Ok

Biografia

- Se está no sexto ano, isso significa que teve outros anos na escola, descreva estes anos, suas notas, seus amigos e descreva caso não tenha, apenas isso o resto tudo ok.

Teste de Ação

- Gostei muito de seu teste de ação... Ok! ^^

BBCode

- Básico. Ok



Ao alterar os dados pedidos por favor avisar-me...


Atenciosamente

Sloth

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Dean Wadge
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