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 Eva Bryan 6º Ano Berkana

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AutorMensagem
Yevanna Bryan




MensagemAssunto: Eva Bryan 6º Ano Berkana   Seg 20 Dez 2010, 9:20 pm

Игрока.
--------------O JOGADOR.


Nome: Danni
Contato: annelise-antoine@hotmail.com
Localização: Rio de Janeiro
Quanto tempo joga RPGs: muitos anos



Характер.
-----------------O PERSONAGEM.


Nome Completo: Eva Yevanna Bryan
Sangue: Mestiço
Data de Nascimento: 1/10/2013
Onde Nasceu: Moscou - Rússia
Onde Mora Atualmente: Sofia - Bulgária
Casa: Berkana
Profissão: Estudante
Ano: Sexto



Семьи.
------------A FAMÍLIA.


Nome dos Pais: Jack Bryan Declaux e Anna Yevanna Bryan Declaux
Outros Parentes: Marcus Alott Bryan (primo)
Situação Finaceira: Classe Alta




Тела.
--------O CORPO.


Definição do Corpo: 1,68 de altura, rosto de boneca com lábios pequenos e delicados, olhos expressivos, mas sem sentimento. Pele pálida com algumas pintas. O corpo é magro com curvas normais de uma garota de 16 anos.
Cabelo: Preto, longo, maior parte do tempo bagunçado.
Olhos: Azuis, amendoados, pequenos
Outras Características: ---
Photoplayer: Amy Lee




Ум.
A MENTE.


Personalidade: Eva é uma garota prática, não gosta de enrolações ou drama, o que a torna extremamente impaciente. Apesar do pavio curto não é dada a reações coléricas como gritar e se agitar, prefere resolver os problemas com um simples e direto feitiço. Costuma ser mal encarada e não liga muito pra aparência, não mede a língua ao falar e nunca elogia alguém. Não se importa tanto com sentimento, próprios ou alheios. Não tem o menor senso de romance ou relacionamentos amorosos, nem acha que tem talento para tal.
Qualidade: Perspicaz, leal com familiares e honrada
Defeitos: Impaciente, displicente e arisca.
Habilidade: Oclumente



Владения.
----------------------------AS POSSES.


Varinha: 23cm, revestimento de Quaresmeira, cerne de pena de Hipogrifo
Animal de Estimação: ----
Objeto Mágico: ----



Прошлого.
------------------------------O PASSADO.


Eva costumava viver com sua mãe trouxa na Rússia, nunca foi uma menina sorridente, mas sempre fora gentil com a mesma, a única pessoa que, provavelmente, a vira sorrir de modo sincero. Sempre foi prática, costumava fazer tudo rápido e com exatidão, não era do tipo que aceitava erros, nem os próprios, nem os dos outros. Estudou em escola trouxa até os 11 não tinha amigos pois todos tinham medo de se aproximar, não só pelo fato da menina estar sempre séria, mas por que coisas estranhas aconteciam ao redor dela, desde livros que voavam das prateleiras sem motivo aparente até pessoas adiquirindo orelhas de burro ou dentes de coelho. Nunca soubera de seu pai, apesar de sua mãe tentar explicar-lhe o motivo da separação dos dois a garota parecia não querer saber. Quando tinha sete anos Anna arrumou um namorado, um homem de seus quarenta anos extremamente gentil, em especial com a pequena Eva. Ficaram juntos por um ano quando a mãe da menina encontrou o tal homem dentro do quarto da filha no meio da madrugada, ajoelhado ao lado da cama. Em um acesso de fúria e proteção, atacou-o com uma garrafa de vodka tirando-lhe os sentidos. Encolhida no canto a criança demorou a se acalmar, até mesmo a falar com sua mãe. Tornou-se ainda mais arredia e desconfiada desde então, em especial com homens.

No dia de seu aniversário a garota recebeu a visita de um estranho, tinha as feições severas e usava roupas negras esvoaçantes - que ela considerou ridículas na ocasião - e tinha em sua destra um pedaço de madeira esculpida como uma baqueta, que conhecia bem por sempre ter estudado música tocando bateria e cantando. De algum modo, olhar nos olhos dele lhe trouxe um sentimento de confiança, foi talvez o motivo que a fez permitir a entrada do estranho, uma vez que era apaixonada pela bateria que tinha e tocava muito bem. O homem apresentou-se como enviado da escola russa de magia e disse que a jovem tinha uma vaga na escola. Eva riu-se, escandalosamente, para irritação do homem que saiu pisando duro porta a fora. Claro que ele deveria ser um louco, dizer à ela que era bruxa e que estudaria magia, só sob efeito de muitos tóxicos.

Quando a mãe chegou em casa, Eva contou-lhe do ocorrido e, para sua surpresa, Anna disse que era tudo verdade. A garota demorou um tempo para digerir a informações, pensou em simplesmente ignorar isso, contudo sua mãe insistia que ela deveria ingressar na tal escola. Claro que a jovem inquisitou a mãe a respeito de todos os detalhes e, principalmente, sobre como ela sabia de tudo uma vez que era trouxa. A russa explicou que tivera uma irmã, um ano mais velha, que fora convidada para a mesma escola "Instituto Romanov de Alquimia e Feitiçaria". Eva tinha certeza de que sua mãe era filha única, mas na verdade Marika havia sido morta acidentalmente durante uma aula de duelos. Estava receosa, mas a idéia de aprender a controlar tudo de bizarro que acontecia ao seu redor era interessante. No entanto, prestes à embarcar para o tal instituto, recebeu o convite de outra escola chamada Durmstrang. A mãe ficou tão curiosa quanto e, por algum motivo, a jovem sentiu-se inclinada a ir para essa ao invés da outra. Anna não gostou muito da idéia da filha ir para a Bulgária, mas acabou cedendo.

Era tudo novo e confuso, tanta informação que constantemente se perdia ou errava nomes. Por isso mesmo afastou-se de todos, não por escolha, mas por, novamente, ser considerada alguém estranho. De algum modo já sabia que isso ia acontecer e então não se preocupou. Nunca foi das mais interessadas na própria aparência, na verdade parecia mais uma trouxa perdida no mundo bruxo que qualquer outra coisa, mesmo usando o uniforme ainda trazia consigo material escolar desprovido de qualquer tipo de magia. Muitas meninas, em especial de sua casa, simplesmente ignoravam sua existência, o que pra ela era uma bênção uma vez que em sua opinião eram todas "futuras vadias dissimuladas e acerebradas". Apenas no segundo ano a jovem conheceu um garoto que era tratado como invisível da mesma maneira que ela, o nome era Igor e ele pareceu a amizade mais promissora para Eva.

Deram-se relativamente bem, não se tratavam com excesso de gentilezas tal qual os outros, mas se respeitavam e se ajudavam - especialmente nas matérias complicadas. Pouco a pouco a dupla parecia ligeiramente mais solta e até conversava com outros colegas. A russa finalmente estava se livrando da imensa parede que havia ao seu redor, até mesmo seu lado trouxa parecia ter perdido espaço. No entanto o destino não parecia gostar disso, sua mãe acabou sofrendo um acidente de carro e morreu poucos meses antes do fim das férias de natal, para completar o tal Igor, no furor de seus hormônios, tentou aproximar-se intimamente da bruxa à força, terminando por ser estuporado e obliviado por uma assustada e descontrolada Eva. Sentiu como se o mundo tivesse desabado, na verdade pareceu ter ficado fora do ar durante os seis meses finais daquele ano, quando percebeu suas coisas já estavam em Sofia, na casa de um homem que diziam ser seu pai. Jack era alguém de tantas posses que parecia assoar o nariz com notas de 100, ao mesmo tempo a garota descobrira de quem havia herdado a frieza e praticidade.

O homem era um trouxa, para ela no sentido literal da palavra, especialmente por que era um criminoso. Não foi a maior das alegrias da russa descobrir que vinha de um clã de bandidos. Alguns meses depois da sua chegada a casa, grande de mais para pai e filha e alguns empregados, recebeu um novo morador, seu primo Marcus Alott. A primeira coisa que ela pensou ao vê-lo foi "Tem estilo.", para sua surpresa o rapaz lançou-lhe um leve sorriso de deboche. O garoto era menos incômodo para Eva que o pai, portanto enquanto evitava a presença de Jack - que também parecia se dar melhor com o sobrinho - passava mais tempo com o loiro. Não chegavam a se dar maravilhosamente bem, mas mesmo em meio as provocações, se respeitavam.

Numa determinada noite Eva se viu mergulhada em lembranças assustadoras de sua infância, cheiros, palavras e toques que a deixavam enojada e tão descontrolada que seu choro inconsciente acordou o primo, que não entendeu o que se passava e decidiu acordá-la. A garota abriu os olhos e fez contato visual com o loiro, naquele momento um link rápido se formou, suficiente para que ele visse e sentisse o que acontecera. Alott caiu para trás, não de medo, mas assustado pela tormenta de emoções que fluíram da jovem diretamente para ele. O rapaz ficou quieto, parecia estar em outro lugar, a bruxa soluçava e, já desperta, sentia-se embaraçada e tentava enxugar as lágrimas nas costas da mão, sua voz saiu embargada quando chamou-o pelo nome, foi a primeira vez que dirigiu-se à ele como "Marcus".

Ele a olhou, os dois estavam constrangidos, ficaram em silêncio por mais alguns minutos, até que ele se sentou novamente na cama de Eva. Não precisaram falar muito, em poucas trocas de olhares e algumas palavras escassas fizeram um pacto. Apertaram as mãos e dali em diante se guardariam e protegeriam como família. Pelo menos com relação um ao outro.




Действий.
------------------------------A AÇÃO.


post.combinado.marcus
Eva olhava para todos os rostos presentes na sala, sempre fazia isso ao entrar, jogava a mochila por sobre o ombro - ainda usava o estilo trouxa de carregar o material - e seguia para uma carteira no canto e no fundo do local. Sua expressão fechada escondia o que ela na verdade fazia, certificar-se de que todos ali eram os mesmos de sempre, conhecia cada um dos alunos, apesar de ma ser lembrada pelos mesmos. Sabia como eram, suas manias e tudo que mostravam durante as aulas. A russa pensava, e muito, a maior parte do tempo não era relacionado com a matéria lecionada. Incomodava-se, claro, com aqueles que, ocasionalmente, procuravam olhar-lhe nos olhos. Nunca fora grande legilimente, o máximo que conseguia era extrair poucas informações de pessoas cuja cabeça não fosse trabalhada, entretanto sua oclumência era magnífica. Na verdade começara a desenvolvê-la ainda criança, sem perceber, enchia seus pensamentos com outros mais confusos, tentava fazer com que a própria cabeça fosse tão confusa que acabasse por se tornar uma grande massa de idéias e lembranças sem nexo.

Com o tempo isso se aperfeiçoou, aos poucos conseguia manter uma barreira ao redor do que pensava, sem precisar confundir a si própria, uma barreira que não só limitava a cabeça como o coração, emoções trancadas à sete chaves, tão bem escondidas que se quer sabia onde estavam. Achava engraçado aqueles que, mal aprenderam a ler mentes, tentavam fazê-lo na sua, especialmente por nunca ter-se considerado alguém interessante, não tinha nada de misterioso em si mesma para que tentassem arrancar pelos olhos o que poderia sair pelos lábios.

Chegava em seu destino, na carteira vizinha uma figura conhecida, contudo a garota pareceu não dar-lhe importância, a princípio, parou ao lado da carteira e os dois pares de olhos azuis se encontraram. Foi quase como faíscas saindo de um e de outro, a russa jogou a mochila no chão e sentou-se sem muitos modos.

- 'Dia, Alott.

A resposta dele foi a esperada, seca, fria, direta. O garoto estava morando há pouco tempo em sua casa - na verdade não muito mais tempo que ela mesma - e os dois ainda não haviam se entendido. Claro que a surpresa de ambos terem poderes mágicos o tornava, perante a adolescente, menos antipático que seu próprio pai.

- Bonne journée. Atrasada de novo.

Deu de ombros e fez uma cara de deboche para ele, puxando um pirulito do bolso do casaco amarrado em sua cintura. Acordara cedo e estava de mau humor, um pouco pior que o normal, desembrulhou o doce e o pôs na boca, fazendo uma bolinha com a embalagem para jogá-la em Alott.

- Não tenho culpa se sonhar com você me prende na cama...

Seu tom era de puro sarcasmo, virou-se de lado na carteira até ficar de frente para ele e então cruzou as pernas, fazendo pose.

- Em que posso lhe ser útil, caro primo?

Sentiu que, no momento em que a bolinha saíra de sua mão, ele a quis matar. De certo modo essa tensão ajudava a animar seu dia que geralmente era calmo de mais. Alott era do tipo que sabia machucar quando precisava, não pensava duas vezes antes de usar palavras duras, para humilhar. Felizmente para ela, a opinião dos outros tinha tanta importância quanto as formigas que ela esmagava ao andar. Não aprendera a ligar pra outra pessoa desde a sua mãe e tinha certeza de que isso não aconteceria de novo.

- Oh, Yevanna, sabe que suas palavras não fazem a mínima diferença no meu ego.

O rapaz a encarou, ia começar. Desde que se descobriram legilimente e oclumente travavam batalhas épicas e sensacionais - que apenas os mesmos presenciavam - durante cinco minutos ou cinco horas.

- Olha, não sei se você entende disso. Melhor dizendo, eu sei que voce não entende absolutamente nada em Historia da Magia, mas precisarei que você pelo menos finja que esta fazendo algo, pois não estou afim de me sentar com alguem desse resto aqui.

Para variar, seu primo se achava superior à outros, não que ela não concordasse, achava que ambos mereciam mais que aquela escola, mas preferia mostrar isso simplesmente ignorando a existência de tais seres. Apesar do mau humor precisava admitir que, se não fosse por ele, suas notas na matéria estariam BEM piores. Olhava-o nos olhos agora, tinha um leve sorriso nos lábios, ele era o único que a fazia sorrir espontaneamente, amarrou o cabelo de modo desajeitado e começou a pensar em escala, idéias simples surgiam em sua mente e pouco a pouco ganhavam densidade, como um tornado que se forma quando diferentes correntes de ar se encontram. Sua voz saiu sibilante, era um misto de provocação e convite.

- Eu sei que não se importa com sua poooobre prima. Mas estou aqui para você, Alott.

Piscou um dos olhos e pacientemente esperou a investida, não sabia como seria hoje, o nível variava com o humor e, bem, nesse dia os dois pareciam atrás de briga. Viu-o levar a mão à testa e achou aquilo divertido, mais um pouco, só mais um pouco...

- Não... não esta aqui por mim. Esta aqui porque se o Jack souber que anda vadiando durante as aulas, você vai se dar muito mal. Agora, trate de abrir o livro no capitulo 7.

O garoto simplesmente abriu a mochila de Eva e tirou o livro, examinando-o, ela, pra variar, não havia feito a tarefa de História, não tinha paciência pro que já aconteceu, estava mais preocupada com o que viria pela frente.

- Mas o que é isso? Você não fez nada... Está tudo em branco. Tsk tsk tsk... Nem vou comentar.

Finalmente sentia o toque da mente dele na sua, implicar com ele a deixava de bom humor, por mais incrível que parecesse, decidiu dar-lhe o gostinho de alguns débis pensamentos. Concentrou-se em algo que nunca mostrara, pelo menos não até aquela ocasião, o sentimento fraternal que tinha por ele. Deu-lhe apenas uma amostra, apesar de ser sempre grosseira e implicante, tinha respeito e até admiração por ele. Foi como uma pesada porta de ferro que exibia seu tesouro guardado antes de, então, fechar-se de súbito com um pesado "bam". Espiava-o curiosa por sua reação, mesmo por que até o presente momento os dois não tinham se dado bem uma única vez.

- Tava demorando...

Permaneceu séria, mas ria-se por dentro enquanto via o jovem bufar e ajeitar-se na carteira, sabia que ele não usara muito de sua habilidade uma vez que deixara o caminho livre, ainda sim, era complicado segurar as investidas mentais do loiro.

- Você estraga a melhor parte.

Fez um charme para ele e então virou-se de frente, ajeitando-se na carteira.

- Capítulo 7? Sabe que vai ter que me ajudar, não é?

Puxou o pirulito da boca e mostrou a ponta da língua para ele, apesar da expressão séria, para quem a conhecia, aquilo era um sorriso simpático. Ergueu a mão que estava mais perto do primo e o chamou dobrando o dedo indicador, quanto mais rápido começassem o trabalho, mais rápido terminariam. Contudo, para sua surpresa, o rapaz tirou-lhe dos lábios o doce e lançou-o janela a fora, mas a russa não se irritou.

- Por favor, Yevanna, tudo bem que você é desequilibrada, mas pirulitos são para crianças.

Suspirou e teve vontade de responder-lhe algo, contendo-se a tempo, ouviu a longa e precisa explicação dele quanto à tarefa - por que o professor não fazia do mesmo jeito ao invés de enrolar como de costume?

- Pronto. É para fazer isso e rápido.

Enquanto o jovem dava as costas e voltava para a própria carteira a bruxa simplesmente puxava um outro doce, não tinha problema, depois cobraria dele com juros e correção monetária.
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Shadow




MensagemAssunto: Re: Eva Bryan 6º Ano Berkana   Seg 20 Dez 2010, 10:08 pm

Olá Senhorita Bryan

- Consulte a lista de vagas aos estudante aqui

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Yevanna Bryan




MensagemAssunto: Re: Eva Bryan 6º Ano Berkana   Sab 25 Dez 2010, 8:42 pm

Pode pôr a ficha no cemitério então, a minha personagem só cabe na casa Berkana, da qual eu já fazia parte, mas saí por inatividade, não vou mudar a personalidade e tudo mais para voltar a jogar. Prefiro esperar abrirem mais vagas. Obrigada.
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MensagemAssunto: Re: Eva Bryan 6º Ano Berkana   Hoje à(s) 2:09 pm

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Eva Bryan 6º Ano Berkana
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